Vendas em Orlando sobem 25% em Outubro

Sim, você não se enganou no que acabou de ver. As vendas de casas na área de Orlando aumentaram 25% em relação ao mesmo período do ano de 2019. Essas informações são oferecidas diretamente pelo relatório oficial do Orlando Regional Realtor Association. Os compradores parecem estar voltando em peso para o mercado que outrora oferecia maior hesitação.

Alguns dos fatores que fizeram os valores das casas tornarem-se mais atrativos

Não podemos esquecer também os fatores econômicos. Afinal de contas, o desemprego também desempenhou um papel bem relevante. Alguns proprietários de casas se tornaram incapazes de se qualificar para novas hipotecas, o que fez com que muitas novas residências entrassem no mercado imobiliário.

Associado a isso, temos também as facilitações bancárias, uma vez que, para combater os efeitos negativos da pandemia na economia, bancos e o próprio governo estadunidense, baixaram algumas taxas sobre empréstimos. Por isso, para os americanos, é possível conseguir contrair um empréstimo fixo de 30 anos por 3% ou até menos.

Podemos dizer com convicção que Orlando agora ocupa a 35º posição entre as 50 melhores áreas metropolitanas para valorização de imóveis. Como falamos em outro artigo recente, o único ponto que afasta atualmente alguns vendedores, é a raridade de casas fora de condomínios. Pelo fato de alguns compradores exigirem que os imóveis contem com espaço de piscina, ou mesmo quintais mais amplos, muitos acabam desistindo de comprar casas em condomínios, que são comuns em Orlando.

Competição entre vendedores e compradores

Com a escalada na venda, e pelo fato dessa subida ter sido repentina, hoje recebemos diversos comentários acerca da competitividade que existe não apenas entre os vendedores e as listagens, quanto entre os compradores. Se torna verdadeiramente desafiador conseguir comprar uma casa, ainda que estejamos vendo algumas novas propriedades em tela, a procura pelas boas oportunidades está crescendo cada vez mais desde Outubro, e esse padrão deverá se manter ao menos até o final desse ciclo.

Quanto ao ano de 2021, muito irá depender da posse de Joe Biden, os impactos econômicos da entrada dele na Casa Branca e assim por diante. Quanto a isso, podemos apenas esperar e estudar movimentações futuras.

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